Começaram há dois anos atrás rumores da mais nova invenção tecnológica da Apple. As especulações afirmavam que seria um tablet, um aparelho portátil maior que um celular e menor que um notebook para a leitura de jornais e livros; outros diziam que teria uma tela futurista e seria carregadado por um emissor de eletricidade sem fio. Ninguém sabia de nada ao certo, mas a aposta era de que Steve Jobs traria um produto fenomenal.
No dia 27 de Janeiro desse ano foi anúnciado à imprensa o novo IPad em São Francisco. Foi então que o mais inesperado aconteceu, a platéia aos poucos foi perdendo o entusiasmo, chegando quase à decepção.
” – Não tem tela futurista de Oled? Esquece.
- Sentados ou deitados, usamos laptop ou desktop. Em pé, usamos o smartphone. Não existe uma posição anatômica ideal para se usar o IPad.
- Não é nem um laptop simplificado nem um IPhone melhorado.
- Não roda Flash, não tem câmera, a bateria é imbutida… Eu não compro.
- É o IBad. “
Discussão sobre o IPad tirada da revista Veja – edição 2150 – ano 43 – nº5 – 3 de fevereiro de 2010, pág 84.
O produto em si não é novidade. A Hewlett-Packard, a Intel e a Dell já andam exibindo tablets na praça. Para quem só quer ler livros existe ainda o Kindle DX da Amazon. Diante de tudo o que se esperava nada menos que uma revolução no mercado tecnológico, o IPad pareceu quase um blefe.
Especialistas afirmam que o IPad não fará tanto sucesso como fez o IPod e o IPhone, mas aposta que trará lucro para a empresa.
Podem falar o que for, mas ainda assim é um apple!

